Engajamento e o porque sua empresa vai morrer
Como texto
de abertura para este novo mundo que é o de textos autorais voltados a
profissionais com base em minhas experiencias nos últimos 15 anos, em 2 grandes
multinacionais, vou abordar um tema muito discutido mas pouco observado do
ponto de vista do profissional: Engajamento.
Muito se
discute sobre como engajar colaboradores, sobre benefícios, clima
organizacional, ambiente, relacionamentos tanto horizontais quanto verticais e
mais recentemente, começamos a ver o conceito de propósito tomar evidencia.
Tudo isso
tem sua parcela de participação quando falamos de engajamento de seres humanos.
Não estou aqui para criticar ou desmentir o que já sabemos consolidado. O ser
humano é a maquina mais complexa que existe mecânica, biológica, química e
psicologicamente, logo não existem regras, receitas ou ate mesmo mágica no que
toca a motivação e o engajamento de indivíduos, mas existem maneiras, sim, de
garantir que uma vez postos em movimento, estes indivíduos mantenham seu
momento. O nome disto é propósito.
Para
fazer-me claro, preciso contextualizar algumas mudanças que o ambiente
corporativo está vivendo e que, mais e mais, vão impactar a vida, o trabalho e
o resultado de profissionais, gestores, área de gente e gestão (ou recursos
humanos, se preferir) e, por consequência, o resultado das companhias.
O conceito
de gerações, amplamente conhecido é o primeiro que tratarei, pois é um dos pivôs
destas mudanças (tratamos de seres humanos e seus valores aqui). O segundo é a
tecnologia e sua evolução, cruzando com a realidade dos profissionais de cada
geração e como isso os influenciou e/ou moldou, bem como a mudança de paradigma
que esta evolução tecnológica impõe a pessoas, grupos e organizações. O
terceiro ponto que apresento é o modelo de gestão de pessoas e sua transformação
(ou falta de) e como ele precisa mudar. Por fim, falarei sobre o propósito e
como os temas anteriores se relacionam com este último.
Comecemos!
- As Gerações
Não
pretendo me aprofundar em questões amplamente discutidas e conhecidas de qual é
o estilo gerencial de cada uma das gerações, de como um gestor deve lidar com
cada uma delas ou questões semelhantes. Vou me dar o direito que não ser muito
preciso no que toca os períodos definidos para cada uma das gerações. Acredito
que fazê-lo é arbitrário e não faz sentido. Não existe uma data especifica que
determine um divisor entre a geração X e a geração Y, por exemplo. Vou, por
outro lado, estressar o desafio que a atual diversidade de gerações apresenta
no tocante às relações e relacionamentos.
Um breve
parêntesis precisa ser feito para esclarecer que, sim, existe uma relação de
causa e efeito entre os tópicos que vou abordar, mas estes tendem a ser
cíclicos e precisei buscar um lugar por onde começar. Calma, amigo leitor, tudo
fará sentido. Fim do parêntesis.
Atualmente
em cargos de alta gestão nas empresas, de maneira geral (é claro que exceções
existem aos montes), temos baby boomers, no final de suas carreiras, gerindo
profissionais da geração X, que gerem da Y e assim sucessivamente (variações
nesta ordem são uma realidade).
Cada
geração entrou no mercado de trabalho durante períodos históricos distintos e
que ofereciam desafios sociais e econômicos distintos às empresas e à população.
Por exemplo, os baby boomers nasceram durante ou logo após o final da segunda
grande guerra, e cresceram em um ambiente de insegurança e volatilidade
política, social, econômica. Viram a guerra fria, o muro de Berlin, a ameaça do
Socialismo ao Capitalismo.
Carreiristas
por definição, esta geração de trabalhadores tinha o sonho de conseguir um
trabalho em uma grande empresa e fazer carreira lá. Começar por baixo e, com
sorte e muito esforço, galgar os degraus para, depois de muitos anos de esforço
e dedicação, muitas vezes, também, submissão, se aposentarem com um cargo de
gestão ou diretoria. Eles buscavam (e ainda buscam) estabilidade, para contrabalancear
a instabilidade na qual o resto de suas vidas estava inserida. De maneira
geral, são profissionais que tem pouco apreço pelo ser humano e buscam
resultados a todo custo.
Os
Millenials, por outro lado, vivem uma realidade totalmente diferente. Nasceram
na virada do milênio, com o capitalismo 100% estabelecido, totalmente
conectados com a internet pois se desenvolveram com ela, cresceram em ambientes
impessoais, viram pai e mãe sair para trabalhar e os relacionamentos se
tornarem quase insuportavelmente artificiais/virtuais. O mundo já não mais
temia a guerra, o comunismo, o homem já havia pisado na lua mais de uma vez
(sim, foi mais de uma vez). Entram no mercado de trabalho temendo a rotina,
ansiosos por crescer e se destacar, mas, acima de tudo, eles prezam o relacionamento,
o social. Esta geração quer tocar vidas, transformar o mundo ao invés de se
adequar a ele.
Se o amigo
leitor prestou atenção, o que causou a mudança descrita não foi a biologia. O
ser humano continua o mesmo. A mudança que observamos foi causada pelas
mudanças sociais que cada geração vivenciou.
Estas
mudanças pessoais e, quando falamos disto, invariavelmente, falamos de valões e
de como eles são diferentes de pessoa para pessoa, de pais para filhos, de
geração para geração. Gerações que viveram e cresceram na insegurança buscam
segurança como um de seus valões. Gerações que cresceram em ambientes
virtualizados, distantes do contato com outras pessoas, buscam a socialização.
Por aí vai.
- A
tecnologia
Parece
obvio, e até é, mas a tecnologia moldou a sociedade que conhecemos hoje, assim
como vem moldando desde a descoberta de como criar, manter e manusear o fogo. A
sociedade humana evolui e se transforma como fruto da evolução tecnológica, mas
isso tem um custo. Quando a tecnologia evolui, ninguém (e é ninguém mesmo!)
sabe ao certo como lidar com esta nova tecnologia. Só podemos imaginar quantas
pessoas morreram queimadas até aprendermos como limitar e manusear o fogo que,
justo, descobrimos como criar. Isso só é notado pelas gerações que seguiram e
que aprenderam com os erros dos antepassados.
Caro
leitor, farei uma revelação que poderá ser chocante: nada mudou. Nós, Homo
Sapiens, seguimos fazendo tudo como nossos antepassados fizeram, apenas
trocamos o fogo por smart phones, a pedra lascada pela fissão nuclear.
Entretanto, ainda que algumas
coisas permaneçam as mesmas, nossa capacidade analítica, crítica e social
evoluíram (talvez nem tanto em um ou outro individuo, mas isso é tema para
outro texto). Já entendemos o que significa viver em sociedade, desenvolvemos a
empatia e isso, para nosso artigo, é muito importante.
Nascidos nas décadas de 30 e
40 viram a televisão surgir, depois veio o VHS, fitas K7 e, mais tarde, os
primeiros computadores de cartão perfurado. Na década de 80 os primeiros PCs
(Personal Computers, para quem nunca que se perguntou o que a sigla significa),
os primeiros vídeo-games, o surgimento da internet.
Quem nasceu na década de 80
(no começo dela, como eu, nascido em 83), na virada da geração X para a Y,
cresceu e se desenvolveu junto da tecnologia eletrônica. Durante nossa
adolescência, tivemos contato com os primeiros aparelhos celulares
(comercialmente disponíveis, conhecidos carinhosamente por “tijolares”),
começamos a aprender a pensar digitalmente, mas o analógico ainda teve grande
participação no nosso desenvolvimento. Vimos a internet discada (só
utilizávamos aos finais de semana ou de madrugada para pagar mais barato, pois
utilizávamos a linha telefônica e pagávamos o “pulso”) evoluir do 14kbps para
os 45 kpbs. Foi uma loucura quando as primeiras banda-largas de 1mbps foram
disponibilizadas.
As gerações que seguiram, mas
especificamente os millenials, já não se desenvolveram tendo contato com o
analógico. Seu desenvolvimento foi (e cada vez mais será) digital. Este caminho
não tem volta (ou será que tem?). Talvez essa molecada que recentemente passou
a ser chamada de geração maker esteja aí para nos provar o contrário. Uma
geração onde literalmente tudo pode ser comprado pronto, industrializado,
passou a valorizar o que é feito a mão (talvez um tema a ser aprofundado em
outro texto?), um bom exemplo disso é a popularização de programas com “Master Chef” e “Desafio sob
fogo”, ou até de produtos como as cervejas artesanais, impressoras 3D,
cutelaria, etc. Uma vez mais, valores mudando e transformando a sociedade (e
vice-versa).
- A gestão de pessoas
O ambiente corporativo, assim
como a sociedade, deveria evoluir e se transformar mas, infelizmente, para as
empresas, colaboradores e sociedade como um todo, isso não é verdade.
Sim, as empresas se adaptaram
e adequaram às novas tecnologias. Os computadores, robôs, automações. Tudo isso
foi incorporado e absorvido pela indústria, seja ela qual for, mas a maneira de
trabalhar permanece relativamente inalterada. As reações humanas continuam
pouco valorizadas diante dos resultados e, como consequência da equação “+
tecnologia – humano”, temos um altíssimo grau de insatisfação, doenças (físico,
psico e sociológicas), problemas de rotatividade, absenteísmo e outros tantos
problemas que impactam diretamente, pasmem, os resultados das empresas.
Desde a primeira revolução
industrial, a gestão das empresas, colaboradores, riscos, clientes,
fornecedores, caixa, etc., acontece da mesma forma: CEOs prometendo crescimento
sem limite, exigindo resultados cada vez mais desafiadores dos gestores que,
por sua vez, tratam seus geridos como máquinas que só existem para dar
resultados, a qualquer custo. Por fim, temos os funcionários (grupo onde os
gestores se encontram, também), que acordam todos os dias se perguntando o
motivo da vida que levam.
Começando a amarras as pontas,
tudo isto até funcionava quando os valores das pessoas orbitavam ao redor da
segurança. Este valor faz com que muita coisa seja tolerada em prol da
manutenção da segurança (do da sensação da mesma).
Uma vez que este valor já não
mais está no topo da lista de valores dos colaboradores (geração X em diante),
um gestor abusivo (abuso que se manifesta de maneiras diversas e que não,
necessariamente, apenas através de assédio moral, por exemplo) é motivo para um
ótimo funcionário deixar uma empresa que sempre admirou ou que sempre sonhou em
trabalhar. Todo mundo já ouviu a máxima que diz que “as pessoas não pedem
demissão da empresa, se desligam dos chefes”.
A gestão do ser humano como um
recurso como qualquer outro, como insumos, máquinas, dinheiro, etc, já não cabe
mais. A sociedade evoluiu, a cultura, os costumes, os valores mudaram. Ou a
gestão se reinventa de maneira drástica e recupera os 200 anos de atraso ou
começaremos a ver grandes organizações, tradicionais ou não, sendo,
literalmente, extintas.
A gestão não é de recursos, a
gestão é de humanos, na sua complexidade e individualidade e, para gerir
qualquer complexidade, é necessário preparo, paixão, comprometimento e
dedicação. É imperativo que o resultado passe a ser visto como uma consequência
e não um fim. O fim deve ser o próximo, a pessoa, seu desenvolvimento pessoal
(sim!) e profissional. Necessariamente nesta ordem.
Com o desenvolvimento de
ferramentas, automações e outras tantas facilidades que a tecnologia nos
proporciona, o trabalho técnico é muito simples de ser ensinado. Perfil,
caráter, personalidade, os soft skills (como são conhecidos), são as
características que os gestores devem buscar e valorizar em seus pupilos.
Coisas que não se aprende na escola ou na faculdade. Honestidade não está na
grade de nenhum curso primário, secundário, superior, técnico, ou de
especialização.
- O propósito
Na administração aprendemos
que uma empresa, qualquer que seja, deve ter uma “missão, visão e valores”
claros, documentados e comunicados, mas entendo que pouca gente entende o real
motivo, o real valor que estas 3 coisas têm. Bom, aí vai uma revelação: através
da “Missão” e da “Visão”, uma empresa declara seu propósito. Os “Valores”
transparecem o como a empresa pretende atingir este propósito.
E o que o
propósito tem a ver com engajamento? A única resposta que tenho é: tudo.
Quando
entramos em um relacionamento de qualquer tipo e nível, os valores das partes
envolvidas precisam ser compatíveis (ou estar no mesmo nível de prioridade),
caso contrário, o relacionamento não se sustenta.
Um contrato
de trabalho documenta uma relação (ou relacionamento, é a mesma coisa)
empregatícia e, como em qualquer relacionamento, os propósitos de ambos devem
ser compatíveis.
Quando
iniciamos em uma nova empresa ou, ainda antes, quando dizemos sim a uma oferta
de emprego, estamos assumindo um relacionamento sério onde os valores dos
colaboradores são constantemente confrontados com os da empresa.
Quando os
valores individuais estavam voltados à estabilidade, os funcionários toleravam
ser tratados como recursos, pois acreditavam que dependiam das empresas e da
falsa segurança que elas vendiam. Atualmente e cada vez mais, os funcionários
deixam de buscar a segurança, eles buscam propósito. Os colaboradores querem
fazer a diferença no mundo e as empresas, que em tempos passados, eram um fim,
para as gerações que estão entrando no mercado de trabalho, são apenas um meio.
Isto
significa que os talentos já não podem ser retidos com aumentos de salário,
bônus e/ou outras ferramentas que, até então, eram eficazes. Uma vez que nossos
parceiros de caminhada deixam de se identificar com o propósito da empresa,
simplesmente buscam uma empresa cujo propósito lhes faça mais sentido.
Agora, um
CEO ou diretor ou gestor, ou até todos juntos e em uníssono, vai falar, “mas
minha empresa tem um propósito claro, documentado, comunicado (através de
“missão, visão e valores” ou princípios ou como quer que chamem o documento), e
ainda assim enfrento dificuldade em engajar estas novas gerações!”
Vale
reforçar que o que as pessoas consideram não é o que está no quadrinho ou
adesivado na parede das salas de reunião. O propósito é o que é vivido,
demonstrado, cobrado e, ainda mais importante, exemplificado pelos líderes em
sua postura, ações, atitudes no dia a dia, no trato com outras pessoas. Se sua
“missão, visão e valores”, seus “princípios” em fim, o propósito de sua empresa
não é vivido por todos (liderança em especial), aquilo que está adesivado,
pendurado na parede e documentado para os auditores verem, é só para inglês
ver.
Por que?
Simples.
Aquilo que se comunica como o compasso moral da empresa simplesmente não se
aplica. Exige-se que os colaboradores sigam esta guia à risca, mas os gestores
e alta cúpula se isentam de fazer o mesmo! Pior ainda é quando utilizam-se de
“interpretações” destes princípios para se esquivar de e/ou transferir
responsabilidades.
Vou dar um
exemplo vivido por mim: Como gestor de aplicações de TI, descobri que um
protocolo de segurança da internet seria descontinuada e isso afetaria
aplicações diversas em literalmente todos os países que possuíamos operação (em
todos os continentes). Como bom “dono” que era (um dos princípios da companhia
era que ela era uma “empresa de donos” e que todos os funcionários deveriam
trabalhar como se fossem donos da mesma), reportei o problema para a diretoria
de infraestrutura, que seria a diretoria competente para tratar o tema. A
resposta que tive, sabendo que naquele momento eu não possuía o conhecimento, a
competência a autoridade tampouco a abrangência necessária para dar andamento
na solução do problema, foi “esta é uma empresa de donos. Como você identificou
o problema, virou dono dele. Vai lá e resolve”.
Este tipo
de posicionamento não apenas é errado moralmente como é um desvio dos
princípios da companhia que, desde então, deixaram de fazer sentido pois,
naquele momento, descobri que me identificava com uma mentira.
Tomei, sim,
a liberdade de contextualizar esta situação para reforçar a mensagem de que,
engajamento não é vestir a camisa. Na verdade, é muito mais que isso.
Engajamento é ser capaz de fazer o seu colaborador querer estar no escritório,
dedicar seu tempo e energia para trazer resultados que, para ele, como
indivíduo, façam sentido. Ou seja, desenvolver um trabalho cujo propósito
esteja alinhado com seus valores e que lhe propiciem desenvolvimento
intelectual, pessoal, moral e, por fim, profissional.
Enquanto os
gestores continuarem despreparados, enquanto o paradigma do conceito “recursos
humanos” não for revisto, enquanto tivermos gestores em qualquer nível
distorcendo valores para arrancar resultados a qualquer custo (inclusive
humano), enquanto os propósitos não forem devida e propriamente identificados
e, mais importante, vividos, engajamento continuará sendo um desafio. O custo
de uma equipe desengajada é conhecido por todos: falta de comprometimento,
aumento na quantidade de erros, absenteísmo, doenças desperdícios, custos de
treinamento e re-treinamento, rotatividade, etc, etc, etc.
Não adianta,
mesmo, insistir em “indústria 1.0, 2.0, 3.0, 4.0” ou qualquer que seja o
número. A transformação deve ser humana, antes e acima de tudo.
Para
motivar humanos é necessário tratá-los como humanos. Entender os valores de
cada pessoa, respeitar os valores de cada um.
Não pensem
que estou simplificando ou diminuindo os desafios da gestão de pessoas. Fazer
isso seria burrice. Estou, entretanto, deixando outros aspectos da mesma, para
discussões futuras.
Engajamento
é gerado por amor. Paixão é passageira. Paixão é o que tira as pessoas do ócio
e as coloca em movimento. No corporativo isso é o começo do relacionamento,
quando um colaborador, um parceiro de caminhada chega e quer mostrar a que
veio. Amor é o resultado de como esta paixão é tratada (ou não). Se o nosso colega
é reconhecido, se vê nos superiores atitude coerentes àquelas exigidas dele, se
entende o propósito do que ele faz e entende o propósito da própria empresa, aí
o amor surge e o engajamento acontece.
Por outro
lado, se o que acontece é o contrário do que mencionei anteriormente, a paixão
acaba, o amor (e o engajamento) não ocorre e a empresa e o gestor passam a ter
um “problema”, que gera custos e despesas diretos e indiretos.
Mas vamos
nos focar no positivo. Ok, o amor surgiu e o indivíduo se encontra 100%
engajado. Perfeito! Sim, mas como qualquer relacionamento amoroso, se ambas as
partes não estiverem igualmente envolvidas e comprometidas, o amor começa a
morrer e a lua de mel pode acabar, colocando tudo a perder.
Quando digo
que ambas as partes devem estar igualmente engajadas, estou dizendo que, sim, o
colaborador precisa sentir que a empresa está comprometida com ele, assim como
ele está com a empresa. Isso é responsabilidade (pasmem!) do gestor.
“Mas,
Rafael, você é louco! Como o gestor vai mostrar engajamento com os
funcionários? Ele tem dezenas (as vezes centenas) de pessoas reportando para
ele!”
Bom,
querido amigo, neste caso sugiro repensar sua estrutura e estratégia. A noticia
ruim é que, caso você não aja, já, você está fadado ao fracasso. Pode não
acontecer nos próximos 5 anos, 10 anos até, mas se sua empresa não transformar
a maneira como seus empregados são geridos, sua empresa irá morrer.
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